Nesta seção você encontrará textos que apresentam os principais argumentos a favor das consideração moral dos seres sencientes (isto é, os seres capazes de ter experiências, como dor e prazer) e também textos que discutem as implicações da consideração moral pelos seres sencientes.

O argumento da sobreposição das espécies é um dos principais argumentos em defesa dos animais não humanos. Ele é baseado em uma analogia entre a consideração devida a humanos que carecem de certas capacidades e relações e a consideração devida aos animais. O texto a seguir explica o argumento em mais detalhes:
O que é o argumento da sobreposição das espécies?
Ao decidirmos quais seres devemos considerar moralmente, em que critério deveríamos nos basear? O argumento da relevância oferece uma resposta a essa questão. Ele é explicado em detalhes no texto a seguir:
O que é relevante para saber a quem devemos consideração?
O que é senciência? Por que a senciência é importante para a ética? Essas questões são abordadas no texto a seguir:
O que é senciência e por que ela é importante?
Quais critérios devemos utilizar para investigar quais seres são sencientes e quais não são? Esse é o tema do texto a seguir:
Quais seres são sencientes?
Devemos dar aos animais o mesmo grau de consideração que devemos dar a humanos? O texto a seguir explica o que é o princípio da igual consideração, e mostra como tal princípio consegue explicar o que há de errado com (e de similar entre) especismo, racismo, sexismo, capacitismo ou qualquer outra forma de discriminação.
Por que igual consideração?
Como devemos tratar os animais em relação aos quais há dúvida razoável sobre se são ou não sencientes? Esse é o tema do texto a seguir:
Incerteza sobre senciência e benefício da dúvida
Por vezes é defendido que, uma vez a noção de merecimento só faz sentido em relação a seres moralmente responsabilizáveis, isso daria uma razão para atribuirmos um status privilegiado a humanos. O texto a seguir contesta essa visão:
Questões relativas a merecimento poderiam justificar o especismo?
O texto a seguir explica por que, para se aceitar os argumentos que rejeitam o especismo, não é necessário antes assumir nenhuma visão específica da ética.
A rejeição do especismo é compatível apenas com uma visão da ética?
Se dermos igual consideração a todos os seres sencientes, quais critérios podemos usar para decidir a quem priorizar ajudar? O texto a seguir discute essa questão:
Se rejeitarmos o especismo, como decidiremos questões de prioridade?
Humanos são capazes de sofrer em maior grau? Seres com maiores capacidades cognitivas (independentemente d espécie) são capazes de sofrer em maior grau? O texto a seguir discute essas questões:
Mas, os humanos não são capazes de sofrer em maior grau?
O que é imparcialidade? Por que ela é importante? Como saber quando uma decisão foi tomada de maneira imparcial? O que decidiríamos sob condições de imparcialidade? Quais as implicações disso para nossas decisões que afetam os animais? Essas questões são discutidas no texto a seguir.
O que decidiríamos sob condições de imparcialidade?
O texto a seguir sugere algumas perguntas simples que podemos fazer em toda e qualquer circunstância para testar se uma atitude é ou não especista:
Testando se uma atitude é ou não especista
Qual o tamanho da importância que devemos dar à causa animal em comparação a outras causas? Em quais critérios deveríamos nos basear para decidir sobre essa questão? Esse é o tema do texto a seguir.