A teoria do valor estuda como fundamentar julgamentos do tipo “bom/ruim” e “melhor/pior”. Dentre as principais questões em teoria do valor estão: (1) “como avaliar o quão bem ou mal um indivíduo está?” e (2) “como avaliar o quão boa ou ruim é uma situação que contém vários indivíduos?”. Já a ética normativa estuda como fundamentar teorias que cujo objetivo é oferecer um guia para orientar como agir em geral, em todos os tipos de situação. Essas duas áreas estão proximamente relacionadas. Os textos a seguir investigam implicações das questões discutidas em teoria do valor e em ética para nossas decisões que afetam animais não humanos.

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Quais critérios deveríamos usar para avaliar quais situações são boas/ruins, melhores/piores? Como decidir quando esses critérios conflitam entre si? Essas são questões centrais da área conhecida como teoria do valor. O texto a seguir apresenta uma introdução aos conceitos centrais dessa área, algo que é essencial conhecer se nossa meta é tornar o mundo um lugar menos ruim.

Uma introdução às distinções centrais em teoria do valor


Sob quais condições os indivíduos, incluindo animais não humanos, são prejudicados? E sob quais condições são beneficiados? Para respondermos a essas questões é essencial descobrir quais coisas são boas em si, quais são ruins em si, e quais são boas ou ruins somente de modo instrumental. Se houver mais de uma coisa boa ou ruim em si, também é essencial saber como pesá-las quando elas conflitarem entre si. Essas questões são objeto de estudo das teorias do bem-estar. O texto a seguir apresenta uma introdução às principais teorias do bem-estar com vários exemplos práticos que comparam umas com as outras:

Uma introdução às teorias do bem-estar


Como avaliar o quão boa/ruim é uma situação que apresenta vários indivíduos? Há vários aspectos possíveis a partir dos quais poderíamos fazer tal avaliação. O texto a seguir apresenta alguns dos principais e discute como pesar esses fatores em casos de conflito. Por exemplo, por vezes uma situação tem mais vítimas, mas é em outra que as vítimas estão em uma condição pior. Como decidir em situações desse tipo? Esses são os temas do texto a seguir.

Avaliando o quão boa/ruim é uma situação que contem vários indivíduos


As teorias da ética normativa visam fundamentar como devemos agir e por quê. Essas teorias são divididas em três grandes categorias: teorias consequencialistas, teorias deontológicas, e teorias centradas no caráter. O que faz com que uma teoria pertença a uma dessas categorias e não a outra? Quais são as diferenças cruciais entre essas teorias e o que isso implica na prática? Por que saber sobre isso é importante para refletirmos sobre como deveríamos agir? Esse é o tema do texto a seguir:

Categorias de teorias da ética normativa


As diversas teorias da ética normativa visam fundamentar como devemos agir e por quê. No que essas teorias diferem umas das outras? Quais as implicações de cada uma delas para as nossas decisões que afetam os animais? Por que é importante conhecer essas teorias se nosso objetivo é tomarmos boas decisões? Esses temas são discutidos no texto a seguir. 

Comparando várias teorias da ética normativa


Uma ideia bastante comum é a de que “fatos são objetivos, valores são subjetivos”. Normalmente, o que se quer dizer com isso é que é possível de se estabelecer se uma descrição sobre fatos é verdadeira ou falsa, enquanto que não é possível tal coisa para julgamentos de valor. O texto a seguir defende que pelo menos alguns julgamentos de valor são objetivamente verdadeiros, e que o grau de certeza que podemos ter nesses casos é maior do que o grau de certeza para a maior parte dos julgamentos sobre fatos.

Julgamentos de valor, descrições de fatos, objetividade e subjetividade


Apesar de suas muitas divergências, haveria um grau mínimo de convergência entre as diversas teorias da ética contemporânea em relação ao que devemos aos animais? O texto a seguir defende que sim, e explora o que implica na prática esse grau mínimo de convergência.

Em que medida as teorias da ética concordam sobre o que devemos aos animais?


A alegação de que o utilitarismo é incompatível com a abolição da exploração animal por vezes é levantada por críticos do utilitarismo com o objetivo de mostrar que este não é adequado para fundar as nossas obrigações para com os animais. Em outras vezes é levantada por simpatizantes do utilitarismo com o objetivo de defender que, sob certas circunstâncias, há justificativa para a exploração animal. O texto a seguir contesta ambas as visões, defendendo que existem também razões utilitaristas para se defender a abolição da exploração animal.

Utilitaristas têm razões para defender abolir a exploração animal?