Devemos dar consideração moral a todos os seres sencientes ou a todos os seres vivos? Os textos a seguir discutem várias questões relacionadas a esse tópico.

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Se o critério da senciência é melhor do que o critério antropocêntrico por incluir uma maior quantidade de seres na esfera de consideração moral, não seria, pela mesma razão, o critério biocêntrico melhor do que o critério da senciência? Ou a quantidade de seres incluídos, por si só, não é relevante para avaliarmos o quão bom é um critério de consideração moral? Essa questão é discutida no texto a seguir.

O biocentrismo é melhor, uma vez que inclui um número maior de seres?


A senciência possui valor apenas enquanto meio para manter a vida biológica? Ou é a vida biológica que possui valor apenas enquanto meio para a senciência? O texto a seguir discute essa questão.

Senciência e vida biológica: o que tem valor enquanto fim e o que tem valor enquanto meio?


É possível prejudicar e beneficiar seres vivos não sencientes? Ou, para haver possibilidade de prejuízo e benefício, é necessário que o ser seja senciente? Essa questão é discutida no texto a seguir.

Seres vivos não sencientes são passíveis de serem prejudicados?


O comportamento de certas plantas e fungos mostra que valorizam certas coisas? Ou o comportamento de um organismo é insuficiente para mostrar que há valorização por parte desse organismo? O texto a seguir discute essa questão.

O comportamento de certas plantas e fungos mostra que valorizam certas coisas?


A vida sem senciência tem valor? Ou é o fato de podermos ter experiências na vida aquilo que faz com que ela tenha valor? O texto a seguir apresenta três experimentos de pensamento que podem nos ajudar a pensarmos sobre essa questão.

A vida sem senciência tem valor?


Por vezes é dito que os interesses dos seres sencientes que dizem respeito às necessidades básicas do corpo biológico são compartilhados por seres vivos não senciecntes, pois estes também têm necessidades biológicas. Será que isso mostra que entidades não sencientes têm interesses? Esse é o tema do texto a seguir.

Todo ser vivo possui “interesses biológicos”?


É muito comum o apelo a uma suposta consideração pelas plantas como tentativa de justificar o consumo de animais. Mas, será que se as plantas fossem moralmente consideráveis, isso justificaria consumir os animais? O texto a seguir discute essa questão.

Se plantas forem consideráveis, tanto faz comer animais ou plantas?